27 dezembro 2010

Feliz Natal e um próspero ano novo !!!

Buenas amigos,

no último dia de votação efetiva na Câmara nossos deputados deram uma da Papai Noel, mas trocaram o tradicional "hohoho" pelo "hehehe" quando pensaram na população. O plenário aprovou um projeto que elevou para R$ 26,7 mil o salário dos parlamentares, do presidente, do vice e dos ministros de Estado a partir de 1º de fevereiro de 2011.

Sendo assim, que todos tenhamos um natal repleto de alegrias e um ano novo tão próspero quanto o aumento de salário que desejam nossos Deputados...

Educação corporativa

Recentemente o Santa passou a publicar a seção “O X da educação”, demonstrando os principais triunfos e dificuldades do sistema educacional brasileiro. Não é novidade que a educação no país enfrenta sérios problemas estruturais e de valorização e qualificação profissional. Os investimentos feitos visam a corrigir falhas evidentes, porém faz-se necessário criar uma política para reestruturação do ensino.

Infelizmente vivemos ainda uma ditadura social, onde o fruto do estudo não são cabeças pensantes, apenas tendenciosas. A indústria brasileira necessita de mão-de-obra qualificada, profissionais capazes de liderar e assumir responsabilidades. No entanto, no processo educacional somos estimulados justamente ao contrário.

A educação ainda vive uma fase retrógrada, onde até nas universidades os futuros professores são educados de maneira tradicional e monótona. Estudantes permanecem sentados em sala, de costas uns para os outros, virados para um professor, posicionamento que estimula o pensamento individual e a competição, treinando-os para ouvir alguém superior.

Educar é dinamizar o ensino, procurando direcionar a vontade do estudante para o aprendizado, não o obrigar a decorar conceitos. Por que não sentar em círculo e estimular o contato visual e a exposição de ideias? Descentralizar o conhecimento, colocar o professor também como aprendiz, atuando como um mediador de ideias, afinal diariamente todos aprendemos algo.

Existem profissionais que ainda lutam para uma melhoria da qualidade do ensino, porém uma parcela muito maior não se importa com os resultados. Afinal, por que dedicar-se aos outros se o seu próprio trabalho não é valorizado? A educação não é tudo, mas é a base de tudo. Um setor responsável pela melhoria de toda uma sociedade merece ser mais valorizado pelas autoridades que colocamos no poder.

Artigo publicado no Jornal de Santa Catarina em 13/05/2009

Sacolas plásticas: reciclando costumes

Desde a sua invenção, em 1909, o plástico tornou-se um dos produtos mais consumidos pela humanidade e, devido à alta durabilidade e aos problemas relacionados à disposição final dos resíduos gerados, passou a ser um dos principais desafios ambientais da atualidade. Por serem comumente utilizadas, as sacolas tornaram-se o principal símbolo do consumo excessivo de plástico. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 1,5 milhão delas são distribuídas por hora no Brasil.

Com um período de degradação estimado em mais de 400 anos, são inúmeros os prejuízos causados pela disposição inadequada destes materiais, como o entupimento de bueiros –, agravando situações de enxurradas –, ou a mortandade de animais aquáticos.

Quando utilizadas para armazenamento do lixo doméstico, as sacolas diminuem a vida útil de aterros sanitários pois, juntamente com outros tipos de plástico, criam mantas de impermeabilização que prejudicam a decomposição de diversos materiais.

Em Blumenau, a audiência pública realizada para discutir a substituição das sacolas plásticas nos estabelecimentos comerciais da cidade teve apoio de diversos setores da sociedade, o que não vai acabar com o consumo de petróleo e salvar o planeta, mas sem dúvida representará um grande avanço, mostrando ao consumidor que existem alternativas ambientalmente viáveis a serem utilizadas sem prejudicar os costumes diários, gerando assim uma cultura ecológica.

Os possíveis substitutos das tradicionais sacolas vão desde as bolsas ecológicas até sacolas biodegradáveis, produzidas com recursos renováveis e cuja disposição não agride o meio natural.

Cabe agora ao poder público e à sociedade agirem de maneira conjunta em prol de iniciativas como esta, pensando globalmente e agindo localmente, em favor de um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Artigo publicado no Jornal de Santa Catarina em 26/11/2010.

06 dezembro 2010

A História da COP 16

O que esperar da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16 - Cancún, México)? Antes de tentar responder, vale a pena lembrar:

...como começou a COP 15 - Copenhague, Dinamarca - em dezembro de 2009

...como terminou a COP 15

...e como começou a COP 16


Então, o que esperar da COP 16?
É engraçado...é lamentável...e é verdade...